Você nomeia a dor que nunca teve nome
Entende o que está sentindo e por que, em vez de seguir carregando um peso sem explicação.
Novo livro da Dra. Andréia Tuller
Mente Doente vs Verdade Presente explica por que o país que mais ora é também o que mais adoece de ansiedade, e o que fazer com isso a partir de hoje.
O paradoxo
O Brasil ora mais que qualquer país do mundo e ainda assim adoece de ansiedade mais do que qualquer outro. Enquanto tratarmos sintoma emocional só como problema espiritual, essa conta continua sem fechar.
Se você se reconhece aqui
Estas são as frases que a Dra. Andréia mais ouve no consultório. Se pelo menos uma delas é sua, este livro foi escrito para você.
O que muda depois de ler
Ciência, Espírito de Profecia e mais de dez anos de consultório reunidos para te dar o que faltava: nome para a dor e caminho para a cura.
Entende o que está sentindo e por que, em vez de seguir carregando um peso sem explicação.
Hipocampo, córtex pré-frontal e livre-arbítrio explicados de forma simples, com a ciência que a Bíblia já antecipava.
Reconhece a espiritualização patológica e a piedade doente, e aprende a diferença entre estar doente e ser doente.
Ganha linguagem para acolher sem julgar, dentro de casa, da igreja e do consultório.
Balanço diário, domínio do pensamento, expressão das emoções, perdão e os oito remédios de Deus, passo a passo.
Identifica os sinais precoces em você, nos seus filhos e na sua comunidade, muito antes do colapso.
O caminho
É esse o arco que o livro percorre com você, do primeiro capítulo ao último.
Antes de qualquer técnica, nomear. Você descobre que a boca dizer amém enquanto a alma grita socorro não é falta de fé, é falta de conhecimento sobre si mesmo. A dor sem nome é a que mais adoece.
"Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:32
Você vê a mecânica por dentro: o vínculo que faltou na infância, o trauma que encolheu o hipocampo, o córtex pré-frontal enfraquecido, e por que a mente humana virou o alvo principal do inimigo nos últimos dias.
"Tirai primeiro a trave do vosso olho." Mateus 7:5
E então a parte prática: balanço diário, domínio do pensamento, expressão das emoções, perdão, os oito remédios de Deus. Não é fórmula mágica, é o que você pode começar a fazer hoje, ainda esta semana.
"Levanta-te, toma o teu leito e anda." João 5:8
Dentro do livro
Toque em cada parte para ver o que ela cobre.
O paradoxo do país que mais ora e mais adoece, e a história de Cidinha, a diretora de ministério que chegou ao consultório carregada pela família.
Por que tudo começa na base e no vínculo, e como as falhas dos primeiros anos moldam a vida adulta inteira.
A linguagem do sintoma: o que o corpo e o comportamento dizem muito antes do colapso chegar.
Espiritualização patológica, piedade doente, e o que a igreja pode fazer na prática para ser lugar de restauração.
A biologia do verbo "ser", a armadilha da normalização, e o que Elias e Nabucodonosor ensinam sobre colapso mental.
Trauma, hipocampo, córtex pré-frontal e livre-arbítrio: por que a mente humana é o alvo principal nos últimos dias.
O poder da decisão e o caminho da ressignificação, quando o passado deixa de ser sentença.
As orientações práticas para começar hoje: balanço diário, controle do pensamento, estilo de vida, expressão das emoções e perdão.
Trecho do prefácio
O Brasil ora mais que qualquer país do mundo e ainda assim adoece de ansiedade mais do que qualquer outro. A conta não fecha. E esse paradoxo tem um nome: Laodiceia.
A igreja dos últimos dias descrita em Apocalipse 3 não é uma igreja de ateus nem de apóstatas declarados. É uma igreja de pessoas que acreditam, que cantam, que servem, e que ainda assim estão miseráveis, pobres, cegas e nuas sem perceber.
É exatamente essa combinação que vejo repetida por décadas, em consultórios, em presídios, em aldeias remotas, em escolas missionárias, não só aqui no Brasil, mas nos Estados Unidos e em diversos outros países, fui testemunha de uma mesma crise que ninguém ousava falar sobre. E este livro foi escrito para nomear essas dores e principalmente as causas para elas.
Você vai encontrar aqui ciência e Espírito de Profecia. Os dados da OMS e o que Ellen White já dizia no século XIX, muito antes de qualquer ressonância magnética comprovar. Vai encontrar histórias reais de pessoas como Cidinha e Gerson.
Este livro não é um ataque à igreja, porque eu amo a igreja, sou parte dela, e é exatamente esse amor que me move a dizer verdades que às vezes doem, mas provocam cura.
Há aqui uma proposta clara: mente doente e verdade presente não precisam ser realidades opostas. O que você está vivendo não define quem você é. E o mesmo Deus que mandou uma ordem ao meu corpo quando eu era uma bebê sem chance nenhuma de andar é o mesmo que está agora te convidando a se levantar, com orientações práticas que vão te capacitar para isso.
Conhecereis a verdade e a verdade te libertará, é sobre isso! (João 8:32)
Que Deus realize os propósitos Dele em sua vida, e que através desse livro sua vida nunca mais seja a mesma.
Andreia Tuller
Introdução
"Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:32
Como o Brasil pode ser, ao mesmo tempo, um dos países que mais ora e o que mais adoece de ansiedade no mundo?
Certa vez, uma mulher chegou ao meu consultório sendo carregada pela família, de pijama, com roupão por cima, de meia e chinelo no pé, e quase sem forças para falar. Meses antes disso, ela era diretora do ministério da recepção da sua igreja, aquela pessoa que todo mundo conhece e ama, que, ao entrar num ambiente, traz alegria e paz. Agora estava ali, sem conseguir sequer levantar-se da cama sozinha.
Vou chamá-la de Cidinha. O que aconteceu com ela é o mesmo que está acontecendo com muita gente que canta sobre vitória no culto, mas, por dentro, afunda em angústia e desesperança. Quantos améns estão sendo pronunciados enquanto, internamente, grandes clamores de misericórdia são reprimidos? Por falta de conhecimento sobre si mesmo.
Sobre quem Deus realmente é, e não sobre quem disseram que Ele era, sobre o que se carrega, sobre o que ainda não foi curado. A boca diz amém, mas a alma grita socorro.
Cada um vive no seu mundinho. Ninguém ouve. Ninguém fala. Não aprendemos a compreender a dor, a angústia. Parece que não foi permitido nem sofrer nem entender o sofrimento do outro, e assim vamos sendo consumidos em silêncio. Carregar esse tipo de dor parece incompatível com a fé, então a gente sente como se fosse só com a gente. Mas não é.
O Brasil é o país mais ansioso do mundo. Somos quase 90% de uma população que se declara religiosa; temos mais igrejas evangélicas por quilômetro quadrado do que padarias em algumas cidades; nossos cultos lotam estádios; nossos louvores são cantados em todos os lugares, inclusive por pessoas que não professam ou praticam uma fé.
Ainda assim, lideramos o ranking mundial de ansiedade e estamos entre os primeiros em casos de depressão na América Latina.
Nos últimos anos, o adoecimento mental ultrapassou o câncer como a maior preocupação de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde estima que mais de um bilhão de pessoas vivem com algum transtorno mental, e esse número cresceu de forma assustadora nas últimas décadas.
Estamos vivendo a maior crise de saúde mental da história. No Brasil, são mais de 18 milhões de pessoas com ansiedade generalizada e mais de 12 milhões com depressão, e os índices de suicídio aumentam a cada ano inclusive, entre pessoas dentro das nossas igrejas.
Pastores chegam ao consultório deprimidos e esgotados, alguns já em estágio avançado de burnout. Líderes de ministérios já não conseguem dar conta das demandas da congregação, porque a ansiedade os impede de cuidar de si mesmos, embora continuem sendo referência para crianças no Clube de Desbravadores, no Clube de Aventureiros, no Ministério Jovem, no Ministério de Lar e Família.
Pessoas que precisam de cuidado e que, muitas vezes, estão em condição tão frágil quanto a deles. Missionários chegam ao campo sem a estrutura emocional necessária para o que vão enfrentar, e outros retornam desanimados, abandonando a missão porque ninguém os preparou para lidar com o peso daquilo que viveram.
Membros tomam medicação psiquiátrica escondidos. Fazem terapia em segredo, com medo de serem julgados pela própria família da fé. E tantos outros sequer chegam a esse ponto: não aceitam as próprias fragilidades, rejeitam os recursos humanos que o próprio Deus disponibilizou e seguem sozinhos, carregando um peso que não foram feitos para suportar assim.
Você acabou de ler o prefácio inteiro e a abertura da introdução. O que vem depois é a história de Cidinha até o fim, a anatomia da epidemia, o que a igreja pode fazer, e as orientações práticas do "levante-se e ande".
Mais sete partes, da primeira página ao último capítulo. R$ 45,99.
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Perguntas frequentes
Não. A autora é parte da igreja e escreve exatamente por amá-la. O livro confronta a forma como o adoecimento mental tem sido tratado, permitido ou ignorado dentro das comunidades de fé, e propõe caminhos concretos de restauração.
Não. A linguagem é acessível e as ideias clínicas vêm sempre acompanhadas de histórias reais. Terapeutas encontram fundamento, e leitores em geral encontram clareza sobre a própria história.
Não substitui. Ele ajuda você a nomear o que sente, entender as causas e reconhecer os recursos disponíveis. Buscar terapia e acompanhamento profissional é uma das orientações do próprio livro.
Os dois. Você vai encontrar dados da OMS, neurociência do trauma, hipocampo e córtex pré-frontal, ao lado da Bíblia e do Espírito de Profecia, sem que um anule o outro.
Sim. As histórias clínicas são reais, porém nomes e detalhes identificáveis foram alterados para preservar o sigilo terapêutico e proteger a identidade das pessoas envolvidas.
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"Levanta-te, toma o teu leito e anda." João 5:8
Comece hoje o processo que a Dra. Andréia acompanhou em milhares de vidas.